A batalha de Spurgeon contra a depressão

posted in: Santificação | 0

Você vê a glória de Deus no sol? A batalha de Spurgeon contra a depressão

Tudo começou quando ele tinha 24 anos de idade. Era o ano de 1858, e Charles Spurgeon mais tarde recordou, “meu ânimo estava tão abatido, que eu poderia chorar durante toda uma hora, como uma criança, e ainda assim não saberia por que chorava”.

(mais…)

O que é o Dia da Reforma Protestante?

posted in: Justificação | 0

Por Stephen Nichols.

O que é o Dia da Reforma? Para responder a essa pergunta, façamos outra pergunta: Quando é o Dia da Reforma? É o dia 31 de outubro. Nele, comemoramos os eventos de 31 de outubro de 1517. Naquele dia, Martinho Lutero, um monge agostiniano, pregou suas 95 teses à porta da igreja em Wittemberg, Alemanha. Ora, por que Lutero faria isso? Para responder a essa pergunta, precisamos apresentar alguns outros personagens.
(mais…)

Posso ter certeza da minha salvação? [conversa]

Como ter certeza que sou salvo? Você já se fez essa pergunta? Considerando que existe apostasia entre cristãos professos, um cristão pode ter plena certeza de sua salvação? Como? E qual o papel da igreja na certeza da salvação de uma pessoa? Clodoaldo Machado, Sillas Campos e Alexandre Mendes conversam sobre o tópico neste vídeo:

Fonte: Voltemos ao Evangelho

Os efeitos da Justificação

posted in: Justificação | 1

OsEfeitosDaJustificacao1Os judeus esperavam o Reino Messiânico de paz, amor e libertação como evento final da história, do qual participariam pela obediência à lei de Moisés. Paulo ensina que pela fé em Cristo já temos, aqui e agora, paz, amor e libertação da ira de Deus. Assista à exposição de Romanos 5, “Os efeitos da justificação”, por Augustus Nicodemus:

(mais…)

A importância da justificação pela fé no aconselhamento

posted in: Justificação | 0

A justificação pela fé é uma doutrina fundamental para a vida cristã. Ela não só transforma nossa posição diante de Deus, mas limpa nossa consciência das obras mortas (Hb 9.14). Sendo assim, essa doutrina é igualmente fundamental para o aconselhamento. Heber Campos Jr. comenta isso em sua aula sobre “A Doutrina da Justificação na Reforma” no Curso Fiel de Liderança:

Horatius Bonar, no livro “A Justiça Eterna – Como o homem será justo diante de Deus?” (Editora Fiel, 2012 – pp. 95-96) – um excelente recurso sobre o assunto – comenta:

O reconhecimento da PERFEIÇÃO do Senhor Jesus Cristo, bem como de Sua excelência pessoal, de Sua adequação, de Seu valor vicário é a única coisa que satisfaz o coração e a consciência do pecador. Satisfaz o primeiro, presenteando-o com o mais amável de todos os objetos sobre o qual um coração pode descansar; e à última, suprindo-o com a única coisa que remove da consciência trêmula todos os motivos possíveis para acusações. Somente o verdadeiro conhecimento da pessoa Daquele que é “o Cristo de Deus”, a apreciação de Seu sacrifício consumado e a ligação vívida com o próprio Cristo podem alcançar a condição miserável na qual o homem afundou; não só levantando-o para fora do poço de perdição e do um tremedal de lama; não apenas firmando os seus pés sobre a rocha eterna; mas elevando-o a um reino de paz e santidade como nenhum outro meio menos valioso poderia realizar ao filho caído de Adão.

“Aquele que não conheceu o pecado foi feito pecado por nós”. É sobre esse fundamento que edificamos para a eternidade. A apropriação de todas as nossas responsabilidades judiciais por parte de um Substituto divino é o que nos traz libertação. Essas responsabilidades eram grandes, e nenhum esforço nosso para nos livrar delas poderia ser bem-sucedido. Todas elas deveriam ser cumpridas. Tamanhas acusações judiciais, como essas que foram apresentadas contra o pecador, não poderiam ser anuladas. Elas são acusações justas e devem ser resolvidas de modo justo. Deus nos oferece uma resolução, transferindo-as a Alguém que pode responder por elas. A base para essa determinação foi lançada na cruz, e sobre essa base, Deus está disposto a lidar com qualquer pecador para o cancelamento total de todas as suas dívidas.

[…]Nosso caráter não é transferido para Cristo, mas sim as nossas dívidas; e por nossa aceitação desse modo de transferência realizado por Deus, nós fazemos a troca completa, por meio da qual somos absolvidos de toda a culpa e entramos num estado de “não condenação”. O pecado é atribuído a Cristo, como o nosso substituto; e a justiça é atribuída a nós, como aceitantes desse substituto. Isso é libertação, paz e vida eterna.

Fonte: Voltemos ao Evangelho

Como ser salvo?

Como ser salvo?

posted in: Salvação | 1

Reconheça que você é pecador

Todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus. Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores. O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.

(Romanos 3.23; 5.8;6.23)

 

Arrependa-se dos seus pecados

O Senhor não demora em cumprir a sua promessa, como julgam alguns. Pelo contrário, ele é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento. A tristeza segundo Deus produz um arrependimento que leva à salvação e não remorso, mas a tristeza segundo o mundo produz morte.

Arrependam-se, pois, e voltem-se para Deus, para que os seus pecados sejam cancelados, para que venham tempos de descanso da parte do Senhor, e ele mande o Cristo, o qual lhes foi designado, Jesus. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça.

(2 Pedro 3.9; 2 Coríntios 7.9 Atos 3.19-20;1 João 1.9)

 

Confesse Jesus como seu único Senhor, Salvador e Deus

Se você confessar com a sua boca que Jesus é Senhor e crer em seu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo. Pois com o coração se crê para justiça, e com a boca se confessa para salvação. Porque “todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”.

Se alguém confessa publicamente que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele, e ele em Deus. 

(Romanos 10.9-10; 10.13;1 João 4.15)

 

Em Cristo…

Você passa a ser filho de Deus.

Aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus. Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele.

(João 1.12; 3.16-17)

 

Você pode ter certeza da VIDA ETERNA e que nunca perderá sua salvação.

Eu lhes asseguro: Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não será condenado, mas já passou da morte para a vida. As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna, e elas jamais perecerão; ninguém as poderá arrancar da minha mão. Meu Pai, que as deu para mim, é maior do que todos; ninguém as pode arrancar da mão de meu Pai.

 

Portanto, agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus, porque por meio de Cristo Jesus a lei do Espírito de vida me libertou da lei do pecado e da morte. Aquele que não poupou a seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós, como não nos dará juntamente com ele, e de graça, todas as coisas? Quem fará alguma acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? Foi Cristo Jesus que morreu; e mais, que ressuscitou e está à direita de Deus, e também intercede por nós. Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada?

 

Somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.

(João 5:24;10:27-29;Romanos 8.1-2; 37-39;32-35)

 

 

 

Qual nossa motivação na santificação?

posted in: Santificação | 0

“Nunca corremos o risco de falar demais da graça”, insiste DeYoung, “mas podemos falar sobre graça de uma maneira mutilada e reducionista”. Devemos ter grande cuidado, então, para lidar fielmente com a multiplicidade das motivações bíblicas, resistindo a tendência de abrandar certos textos, e ao mesmo tempo nunca ficar “desconfiado da graça”.

Phillips adverte contra a retórica que sugere que a santificação é um “acessório” da justificação — pouco mais do que “ficar empolgado com a justificação”. Mas, diz ele, santificação é uma “graça gêmea da justificação, cada uma resultante da união com Cristo”. Embora inseparáveis, cada uma dessas graças é um distinto aspecto da gloriosa boa nova do cristianismo.

Assista ao vídeo completo de 10 minutos para ouvir estes três pastores e membros do Conselho TGC discutirem correção exagerada, contextualização, advertências e mais.

Fonte: Voltemos ao Evangelho

1 2 3 4 5