Uma Lei pode mudar o coração????

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Com relação a PL 122, é importante e bom, nós crentes, não ficarmos calados e protestarmos! Porém, o mais importante é mudarmos nossa mentalidade o mais rápido possível. Veja o que percebi:

1) A maioria dos “evangélicos” pensam da seguinte forma: Elegemos um homem ou mulher de Deus para mudarmos a política do país -> como resultado podemos mudar a sociedade –> como resultado mudamos a família –> terminado com a mudança do indíviduo, pois teremos “facilidade de pregar o evangelho com as novas leis implantas por políticos crentes”. 

2) Preferimos pensar dessa forma: Pregamos o evangelho, e a vida da pessoa muda! –> com isso a vida da sua família mudará também –> a mudança de várias famílias transformará a sociedade –> como resultado teremos mais homens/mulheres de Deus para elegermos e mudarmos a política.

Precisamos protestar sim, mas precisamos concentrar nossa esperança na pregação do evangelho do Senhor!! Pois, nem lei ou político podem mudar a vida de uma pessoa para a glória de Deus, somente o Evangelho de Jesus Cristo pode!

Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas! (2Co 5.17)

Temos algumas sugestões para começarmos a mudar:

Quando as Escolas Bíblicas Dominicais (EBD) mudarão de cultura? Onde está a classe do pessoal de rua? Para os homossexuais? Para os ladrões??? Onde? Por que ainda não tem essas classes nas nossas igrejas? Quando pregaremos de fato o evangelho com conhecimento e testemunho de vida? Acho que precisamos começar por ai.. e você? Por onde acha que devemos começar?

Pensemos nisso.

Mais um pecado legalizado!

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“Semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.”

O STF agiu contra a Palavra de Deus. Por isso, a decisão pode ter valor para a sociedade brasileira, mas para Deus não tem valor nenhum. Para Deus JAMAIS existirá união estável entre pessoas do mesmo sexo. Isso é pecado e continuará sendo pecado ETERNAMENTE. Essa decisão somente manifesta a natureza PECAMINOSA da humanidade. Mais um pecado foi legalizado!

Continuemos orando e agindo! Preguemos o evangelho da salvação!

(Leia o estudo da Carta aos Romanos Capítulo 1)

 

ImBBBecilidades em horário nobre

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Recentemente, uma novidade foi um alardeado primeiro beijo lésbico da história do BBB. Ohhhh! Que grande feito!!!!
A fim de comentar o episódio, arrisquei-me a ler o texto com a “fantástica” notícia. Descobri, então, que o beijo “revolucionário” foi entre as participantes Diana e Michelly, não sei bem em que situação, porque não tive estômago para ler a reportagem até o fim. Mas li o suficiente para deparar-me com a “brilhante” declaração que a tal Diana teria dito antes de entrar na casa: “Eu não chego em mulher, elas é que chegam em mim”, afirmou a “filósofa” big sister. Em seguida, arrematou com esta pérola: “As mulheres que eu mais fico são ‘heterossexuais’. Não existe mais mulher hétero, todas são curiosas”.

(mais…)

Preconceito? não. Amor? SIM!!!

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Sr. Pergunta… “Essas condenações sobre homossexualismo, sobre sexo no namoro, etc. Com argumentos bíblicos, sobre pecado, inferno, enfim, essas coisas. Você já pensou o quanto um homossexual fica ofendido com esse tipo de coisa? Como ele se sente sendo condenado e tratado como um doente, um desvio da natureza? Esse tipo de pré-conceito sim é que deveria ser condenado.”

Eu… Sr. Pergunta, ficamos muito satisfeitos em receber seus questionamentos e críticas. Dessa forma, não poderíamos deixá-lo sem uma explicação mais clara sobre o assunto. Quando o primeiro pecado aconteceu no jardim do Éden, “entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram” (Rm 5.12). Significa dizer, que todos nós nascemos e morremos pecadores. Independente de qualquer coisa, ou vontade nossa. Se cremos ou não nisso, não mudará o fato de que TODOS nós somos pecadores.

 

Sr. Pergunta… Entendo Paulo, mas vocês consideram homossexualismo como doença e isso é errado!!! Tenho amigos que se sentem ofendidos!!

Eu… Sr. Pergunta, não consideramos essa prática como doença. Ela é apenas mais um dos resultados da natureza pecaminosa do ser humano. Veja o que Deus diz (Rm 1.22-24): Primeiro, a humanidade dizendo-se sábia, tornou-se louca; Em seguida, mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. Qual a consequência? Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si. Ou seja, o ser humano, que resiste a Deus e a sua Palavra, é entregue aos seus próprios desejos. A pessoa escolhe pecar ou não. Ela, também, pode escolher sua própria orientação sexual. Se nossa vida não estiver sendo guia pela Palavra de Deus, nossos desejos sempre tenderão para o pecado através de várias práticas. E a homossexualidade é uma das práticas condenadas por Deus. Não é doença, é uma escolha errada!

 

Sr. Pergunta… Ok Paulo, mesmo assim eles não se sentem bem com esse tipo de preconceito!

Eu… Sr. Pergunta, eu não chamaria isso de preconceito, mas de amor. Amor? Por quê? Um amigo de verdade sempre fala o que queremos ou não, certo?

 

Sr. Pergunta… Sim. Prossiga.

Eu… Enquanto não somos salvos, permanecemos inimigos de Deus (Fp 3.18-19). Porém, Ele deseja ser nosso amigo, por isso ele revela à humanidade, através da sua Palavra, nossos pecados para que possamos nos arrepender e sermos salvos da morte eterna!! Pois, todos nós nascemos condenados! Essa situação só muda quando nos arrependemos de todos os nossos pecados e cremos em Jesus como nosso salvador!! Somos, então, reconciliados com Deus (Rm 5.10).

Tal salvação só é possível, somente, por causa do sacrifício realizado por Jesus Cristo na cruz. Isso nos mostra o quanto Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu único Filho, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.(Jo 3.16). Sr. Pergunta, espero ter ajudado-o a entender melhor a mensagem do Evangelho. Ela não é preconceituosa, ao contrário, ela expressa o amor de Deus que foi provado na cruz, através de Jesus Cristo. O Todo-Poderoso está de braços abertos para salvar todo aquele que se arrepender e for até Ele! (Jo 6.37) Deus o abençoe.


Parte 1 – O Homossexualismo e a Bíblia

Por Roberto da Silva Santos

“Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é” (Lv18.22); “Quando também um homem se deitar com outro homem, como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue será sobre eles” (Lv 20.13); “Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus?Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus. E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus” (1 Co 6.9-11).

Nos últimos tempos, o homossexualismo tem aumentado muito no mundo e, por consequência, no Brasil. E, como se não bastasse, podemos dizer que o homossexualismo tem penetrado nas igrejas do Senhor Jesus Cristo. Igrejas voltadas para pessoas com esta orientação sexual têm surgido. Os que assim procedem no campo religioso, procuram argumentar com a Bíblia, a razão de sua atitude.

Os textos citados por si só já dizem tudo. Não há como desdizer o que a Bíblia afirma. A legislação Mosaica é definitiva: um homem não pode deitar-se com outro homem como se fosse mulher. O ato é abominável diante de Deus, e a penalidade é a morte (Lv 18.22; 20.13). No texto de Paulo, na Primeira Epístola aos Coríntios, a Palavra de Deus declara que os efeminados e os sodomitas não herdarão o reino de Deus. Há outras passagens. Fiquemos com estas por enquanto.

Mas além destas passagens diretas, podemos inferir outros ensinamentos da Bíblia sobre o assunto. Primeiro Deus criou o ser humano macho e fêmea, e dotou os dois de suas características próprias. Cada um com sua anatomia e seu equipamento orgânico distinto e definido. Quando um homem, pois usa outro homem como se fosse mulher, para fins sexuais, ele está atentando contra a própria natureza do ser humano; o mesmo se aplica à mulher que usa outra mulher para fins sexuais. Em segundo lugar, Deus criou o ser humano macho e fêmea para que pudessem procriar e multiplicar a espécie humana. Daí, como sabemos cientificamente, cada um foi dotado de equipamento e dispositivo próprio para atender a este maravilhoso processo de procriação. Quando um homem usa outro homem como e fosse mulher, ou uma mulher usa outra mulher, a procriação nunca poderá acontecer. Um homem jamais poderá dar à luz e uma mulher, a menos que lance mão de um homem ou de uma fecundação por parte de um homem, mas jamais poderá dar à luz por meio de outra mulher.

Alguns perguntam, tendo como base o direito do ser humano em fazer suas próprias escolhas, se a pessoa não pode escolher sua sexualidade, e a resposta é “não”. A sexualidade humana já vem definida de fábrica. Nascemos homem ou mulher. Aliás, esta é uma das finalidades diabólicas em todas as suas sutilezas. Ele procura incentivar e dignificar o homossexualismo, masculino e feminino, para destruir a família e incutir valores falsos na vida humana.

Uma das passagens mais usadas pelos adeptos do homossexualismo, para defender a sua posição, é a de 1 Samuel 18.1-4 e 2 Samuel 1.26, que trata da amizade entre Davi e Jonatas, filho do Rei Saul. Principalmente em 2 Samuel 1.26, se diz que o amor de Jonatas por Davi era mais maravilhoso do que o amor das mulheres. Com base neste texto, os homossexuais dizem que os dois personagens tinham esta orientação sexual. Teriam de ser bissexuais, uma vez que ambos eram casados. Davi, inclusive, com mais de uma mulher.

Quanto a esta argumentação, temos de dizer o seguinte: Primeiro, a expressão é: “mais maravilhoso do que o amor das mulheres” e não “como o amor das mulheres”. O texto é uma força de expressão, tanto que está em versos de poesia. Se é mais, não é igual. Quer dizer que aquela amizade era muito íntima, sem querer dizer que tinha natureza de sensualidade. E, quanto a esse amor emotivo, temos que entender que os orientais são assim. É comum vermos os russos se beijando quando se encontram. Isso é feito entre os árabes, judeus, russos e outros povos orientais. Não quer dizer que sejam homossexuais.

Ademais, Davi, servo de Deus, homem segundo o coração de Deus, sempre foi repreendido quando errou. Foi assim, por exemplo, no caso de seu adultério com Bate Seba. Até mesmo as guerras que Davi fez, com permissão do Senhor, naturalmente, mas foram notadas por Deus como prejudiciais à sua vida espiritual. Deus não permitiu a Davi construir o templo porque havia derramado muito sangue (1 Crônicas 22.8). Ora, se Davi tivesse tido um relacionamento homossexual com Jonatas, ato condenado pela Legislação Mosaica, a Lei de Deus, com penalidade de morte, como já vimos, sem dúvida alguma, Deus teria, pelo menos, repreendido Davi. E não encontramos na Bíblia nenhum sinal disso (continua).

Adaptado do original do Pr. Damy Ferreira.

Fonte: Igreja Batista Central de Taguatinga

Parte 2 – O Homossexualismo e a Bíblia

Por Roberto da Silva Santos

Segundo o costume, as pessoas se recostavam numa espécie de divã e ficavam com os pés estendidos. Assim, a posição de João era a de estar recostado, com a cabeça pendente bem próximo ao peito de Jesus. Mas o verbo não indica contato físico da cabeça de João sobre o peito de Jesus. Neste sentido, a versão na Linguagem de Hoje, da Sociedade Bíblica do Brasil, está correta, quando traduz: “Bem perto de Jesus estava sentado um deles, a quem Jesus estimava muito”. E é evidente que, no meio daquele grupo que não deixava passar nada sem censura, um problema grave como este seria levantado se a atitude de João fosse de outra natureza. Estando João mais próximo do ouvido de Jesus, Pedro fez-lhe sinal para que lhe indagasse sobre quem o haveria de trair. Será que essa gente metida a conhecer a Bíblia e não sabe, merece alguma atenção?

Devemos lembrar, também, que Deus abomina este tipo de pecado. As cidades de Sodoma e Gomorra foram destruídas por causa do seu pecado. E o pecado que mais apareceu no cenário daquela cidade foi o homossexualismo, a ponto de se tornar, até hoje, o adjetivo denominado “sodomia”. Sabe-se que este pecado era tão dominante que, quando os anjos de Deus vieram à casa de Ló, que Deus queria tirar da cidade antes de destruí-la, os homens de Sodoma queriam invadir a casa para “possuir” sexualmente aqueles visitantes. Não o conseguiram, porque os anjos os feriram de cegueira. E, então a cidade foi varrida do mapa (Gn 19.10,11).

Em sua epístola aos Romanos, Paulo apresenta o triste quadro da cidade de Roma nos seus dias. A certa altura, ele diz: “Pelo que Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os varões, deixando o usos natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro. E, como eles se não importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convém” (Rm 1.26-28).

Não é sem razão que, como consequência natural desse pecado, a AIDS começou a se propagar no mundo entre os homossexuais, estendendo-se a uma epidemia que alcança hoje seguimentos diversos. Mas não só isso, Paulo trata de uma questão presente, mas ignorada que é o lesbianismo – a mulher que se une à outra como se fosse homem. E a Bíblia é clara ao afirmar que tudo isso é abominação ao Senhor, gostando ou não o ser humano, achando a mídia ser ou não politicamente correto.

Voltando ao início, queremos concluir que alguém que está nessa situação de pecado, pode tornar-se uma nova criatura. É o que o Apóstolo Paulo lembra aos cristãos de Corinto ao afirmar que: “E é que alguns tem sido, mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus” (1 Co 6.11). Em outras palavras, se um homossexual se converte, ele deixa o seu pecado para seguir a Jesus: “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é, as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo”(2Co 5.17).

Mas o que está havendo entre nós hoje é que eles aderem à igreja e continuam no seu pecado, como se isso fosse uma situação normal. A verdade é que a igreja tem feito “vista grossa” para este e outros pecados. Temos percebido adolescentes e jovens e, por que não dizer adultos, com fortes inclinações homossexuais. Homens e mulheres. Hoje, a bissexualidade está sendo enaltecida como “moda” e, em orkuts e outros sítios de relacionamentos, percebemos meninas das nossas igrejas admitindo que são adeptas dessa prática. Os pais precisam ter uma maior atenção para estes problemas que são incômodos e sutis, preocupantes e destruidores, porquanto armadilhas de Satanás. Se desejamos ser bíblicos, precisamos enfrentar a realidade: os que praticam tais coisas não herdarão o reino dos céus, ainda que, como tem acontecido nos dias de hoje, abram-se igrejas para grupos assumidamente homossexuais, como se o problema fosse “estar na igreja” ou se ela tivesse o poder de salvar. A questão é: Há obediência ao que Jesus Cristo ensina? Há mudança de vida, essência do Evangelho de Jesus?

O apóstolo Paulo já advertia em primeira aos Coríntios 5.11, 13b, o seguinte: “Mas agora vos escrevi que não vos associeis com aqueles que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais. Tirai, pois dentre vós esse iníquo”.

Temos levado à sério a palavra de Deus ou temos nos deixado levar pelas ondas enganosas e destruidoras de nossos dias?

Adaptado do original do Pr. Damy Ferreira.

Fonte: Igreja Batista Central de Taguatinga

Parte 3 – O Homossexualismo e a Bíblia

Por Roberto da Silva Santos
De um lado temos os que defendem que a sociedade brasileira deve “engolir” e declarar como acertada a opção homossexual, ofertando plenos direitos, ainda que violem o direito alheio, aos que decidem pela homossexualidade, incluindo a mordaça na boca de quem pensa de modo oposto sob a alegação de “discriminação”. O curioso é que os que pensam de modo diferente são criticados, acusados, rotulados e apontados como “homofóbicos”. E a Igreja é incluída nesse imbróglio. O que se defende é que a Igreja, por exemplo, não tenha direito de ensinar o que a Bíblia mostra sobre a questão – fazer isso seria, na visão deles, discriminação. Também, a Igreja seria obrigada a aceitar como membros, sem questionamento, pessoas com esta opção sexual. Além disso, por exemplo, a Igreja seria obrigada a celebrar casamentos “gays”, caso contrário, seria uma discriminação.
 
A dinâmica às avessas que se pretende perpetrar é a imposição de uma postura sabidamente fora do natural, afinal, mesmo com todas as argumentações, a natureza prevê “macho” e “fêmea”, o que foge disso é exceção. Evidentemente que daí partir para a discriminação, atos violentos ou humilhação é um caminho muito longo e fora das cogitações da igreja ou dos que a integram. Por outro lado, aqueles que optam por tal caminho devem entender que a opção homossexual é pessoal, com seus ônus e bônus. Não é possível tentar impor isso à sociedade como um todo e, no nosso caso particular, à Igreja.Bem sabemos que a Igreja rege-se pela Bíblia e ela tem posições claras acerca deste assunto e de muitos outros. O que seria dito se um membro de uma igreja ingressasse num centro espírita a fim de impor, por lei, que lá dentro ele pudesse ensinar de forma diferente o que lá se ensina? Creio que todos achariam um absurdo, uma violência, uma arbitrariedade.
O interessante é que impor à Igreja a manutenção no rol de membros de pessoas assumidamente homossexuais não se constitui, na visão deles uma violência ou arbitrariedade, antes um “direito”, uma conquista. Conforme já disse, todas as opções geram ônus e bônus. Cada grupo possui suas “regras”, “crenças” e “doutrinas” que devem ser respeitadas.Nós Batistas somos historicamente defensores da liberdade de consciência e isto é levado ao extremo mesmo. Ninguém pode ser obrigado a crer ou a esposar posições com as quais não concorda. Por isso, somos contrários a toda forma de dominação da consciência, seja por força, por manipulação ou por indução, seja ainda por coerção legal.
Acreditamos que todo indivíduo tem o poder de decidir a sua vida, embora creiamos firmemente que a Bíblia e seus ensinos constituem a “lâmpada para os nossos pés e a luz para os nossos caminhos” (Salmo 119). Por crermos assim, entendemos que aqueles que não aceitam os ensinos bíblicos não podem ser obrigados a aceitá-los, mas também não podem ter o direito de obrigar-nos a transgredir ou distorcer aquilo que cremos e, muito menos, impedir que ensinemos e defendamos nossas posições com a mesma clareza e com a mesma liberdade que todos possuem. A liberdade de consciência deve ser para todos. Os Homossexuais não são obrigados a deixarem sua opção sexual, embora isso fosse recomendável, de conformidade com a Bíblia.
No entanto, eles não podem ter o direito de nos obrigar a admitir suas opções e sua maneira de viver naquilo que nos é particular: nossos cultos, nosso direito de ensinar nossos membros, nossas celebrações, nossos estatutos e regras de filiação como membros. Sempre serão bem-vindos e recebidos sem discriminação em nossos cultos e no que pudermos estender-lhes em cuidados espirituais, mas assim como não devemos impor nada a eles, nem persegui-los ou discriminá-los, também não podemos aceitar qualquer imposição da parte deles que venha a violentar a Igreja, suas práticas e sua fé.Vivemos tempos de decisões muito importantes e é preciso avaliar os caminhos que o nosso país pode seguir.
Existe uma agenda perigosa sendo discutida às escuras no Executivo e no Legislativo que, sob a alegação de busca de “liberdade” e “igualdade” procuram, na verdade, impor a todos aquilo que bem sabemos não é da aceitação de todos: a liberação do aborto, a legalização de certas drogas, o casamento homossexual, a taxação das igrejas, as restrições às liberdades de imprensa e, no reboque, a liberdade de consciência que deságua na restrição a liberdade religiosa, e por aí vai.Devemos ter muito cuidado com o nosso voto e com o que é votado na Câmara e no Senado. Não é tempo só de orar, mas de “orar e vigiar”, de falar e de reivindicar. Como Batistas, devemos lutar com coragem pelo que é correto, justo e verdadeiro. Vamos refletir sobre isso!
 

ALERTA !!! Propaganda mentirosa: negando o inegável

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Embora a pederastia tenha uma ligação clara, natural e inegável com a homossexualidade, o que se vê na mídia é pederastia dentro das igrejas, pederastia dentro das famílias, mas jamais pederastia dentro do homossexualismo, num esforço flagrante de negar o inegável. 

É como se pederastia tivesse tudo a ver com igrejas e famílias, mas nada a ver com homossexualismo. De onde está vindo essa imagem deturpada da realidade? Dos meios de comunicação — os mesmos meios de comunicação que dão cobertura positiva e favoritismo para as marchas gays e outros eventos que favorecem o homossexualismo.

Tal esforço para desviar a atenção do público das ligações do homossexualismo não se chama jornalismo objetivo e imparcial, muito menos preocupação para combater o preconceito e promover a tolerância, pois na hora de atacar a pederastia, a família e as igrejas jamais são poupadas. Esse esforço se chama propaganda. E a propaganda tem o poder de transformar a mentira em verdade e a verdade em mentira, pelo menos por algum tempo. Joseph Goebbels, chefe de propaganda do governo nazista, afirmou: “A essência da propaganda é ganhar as pessoas para uma idéia de forma tão sincera, com tal vitalidade, que, no final, elas sucumbam a essa idéia completamente, de modo que nunca mais escapem dela”. E o próprio Hitler disse: “Diga mentiras grandes; diga-as de forma simples, repita-as constantemente, tantas vezes quantas você puder, até que as pessoas comecem a acreditar no que você está dizendo”.

Temo que se por preconceito religioso nós evangélicos nos alegrarmos com os ataques da imprensa contra a Igreja Católica nessa questão, poderemos criar condições para que a imprensa possa efetuar muitos outros ataques contra outros cristãos.

 Devemos ficar sempre desconfiados e alertas quanto à mídia liberal. Precisamos ser cuidadosos e não fazer pouco caso do que está acontecendo com os católicos. Se os liberais conseguem, numa astúcia de serpente traiçoeira, jogar a culpa dos crimes do homossexualismo sobre a Igreja Católica a fim de desmoralizar os valores cristãos e desviar a atenção da ligação óbvia entre pederastia e homossexualismo, devemos nos preocupar que cedo ou tarde eles possam usar estratégias igualmente diabólicas contra as igrejas evangélicas.

Contudo, quando a pederastia não mais puder ser desunida de sua óbvia ligação ao homossexualismo e se a repressão aos crimes de pederastia ameaçar colocar em risco a sobrevivência política e legal do homossexualismo e sua confortável posição social hoje, os ativistas gays tentarão trabalhar a suavização das questões de sexo com meninos.

Os homossexuais só estão saindo do armário hoje porque o terreno foi, durante muitos anos, devidamente preparado para que os homens pudessem assumir sua homossexualidade sem sofrerem condenação pública. É de temer que quando a pederastia finalmente sair do armário de sua ligação com o homossexualismo, o terreno também já estará devidamente preparado para que não mais haja condenação para os homossexuais que “amam” meninos.

Ninguém esperava que chegaria um tempo em que o homossexualismo seria aceito na sociedade, mas chegou. Se o tempo da pederastia também chegar, então os padres (ou professores, psicólogos, turistas, pediatras, etc.) pederastas serão publicamente elogiados e recompensados — com direito a indenizações, cotas, proteção especial e liberdade de beijar meninos em restaurantes e parques — pelos anos em que sofreram discriminação, humilhações, ódio e intolerância por causa de seu “amor” para com meninos.

 

FONTE: www.juliosevero.com.br