Os efeitos da Justificação

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OsEfeitosDaJustificacao1Os judeus esperavam o Reino Messiânico de paz, amor e libertação como evento final da história, do qual participariam pela obediência à lei de Moisés. Paulo ensina que pela fé em Cristo já temos, aqui e agora, paz, amor e libertação da ira de Deus. Assista à exposição de Romanos 5, “Os efeitos da justificação”, por Augustus Nicodemus:

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A importância da justificação pela fé no aconselhamento

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A justificação pela fé é uma doutrina fundamental para a vida cristã. Ela não só transforma nossa posição diante de Deus, mas limpa nossa consciência das obras mortas (Hb 9.14). Sendo assim, essa doutrina é igualmente fundamental para o aconselhamento. Heber Campos Jr. comenta isso em sua aula sobre “A Doutrina da Justificação na Reforma” no Curso Fiel de Liderança:

Horatius Bonar, no livro “A Justiça Eterna – Como o homem será justo diante de Deus?” (Editora Fiel, 2012 – pp. 95-96) – um excelente recurso sobre o assunto – comenta:

O reconhecimento da PERFEIÇÃO do Senhor Jesus Cristo, bem como de Sua excelência pessoal, de Sua adequação, de Seu valor vicário é a única coisa que satisfaz o coração e a consciência do pecador. Satisfaz o primeiro, presenteando-o com o mais amável de todos os objetos sobre o qual um coração pode descansar; e à última, suprindo-o com a única coisa que remove da consciência trêmula todos os motivos possíveis para acusações. Somente o verdadeiro conhecimento da pessoa Daquele que é “o Cristo de Deus”, a apreciação de Seu sacrifício consumado e a ligação vívida com o próprio Cristo podem alcançar a condição miserável na qual o homem afundou; não só levantando-o para fora do poço de perdição e do um tremedal de lama; não apenas firmando os seus pés sobre a rocha eterna; mas elevando-o a um reino de paz e santidade como nenhum outro meio menos valioso poderia realizar ao filho caído de Adão.

“Aquele que não conheceu o pecado foi feito pecado por nós”. É sobre esse fundamento que edificamos para a eternidade. A apropriação de todas as nossas responsabilidades judiciais por parte de um Substituto divino é o que nos traz libertação. Essas responsabilidades eram grandes, e nenhum esforço nosso para nos livrar delas poderia ser bem-sucedido. Todas elas deveriam ser cumpridas. Tamanhas acusações judiciais, como essas que foram apresentadas contra o pecador, não poderiam ser anuladas. Elas são acusações justas e devem ser resolvidas de modo justo. Deus nos oferece uma resolução, transferindo-as a Alguém que pode responder por elas. A base para essa determinação foi lançada na cruz, e sobre essa base, Deus está disposto a lidar com qualquer pecador para o cancelamento total de todas as suas dívidas.

[…]Nosso caráter não é transferido para Cristo, mas sim as nossas dívidas; e por nossa aceitação desse modo de transferência realizado por Deus, nós fazemos a troca completa, por meio da qual somos absolvidos de toda a culpa e entramos num estado de “não condenação”. O pecado é atribuído a Cristo, como o nosso substituto; e a justiça é atribuída a nós, como aceitantes desse substituto. Isso é libertação, paz e vida eterna.

Fonte: Voltemos ao Evangelho

Qual nossa motivação na santificação?

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“Nunca corremos o risco de falar demais da graça”, insiste DeYoung, “mas podemos falar sobre graça de uma maneira mutilada e reducionista”. Devemos ter grande cuidado, então, para lidar fielmente com a multiplicidade das motivações bíblicas, resistindo a tendência de abrandar certos textos, e ao mesmo tempo nunca ficar “desconfiado da graça”.

Phillips adverte contra a retórica que sugere que a santificação é um “acessório” da justificação — pouco mais do que “ficar empolgado com a justificação”. Mas, diz ele, santificação é uma “graça gêmea da justificação, cada uma resultante da união com Cristo”. Embora inseparáveis, cada uma dessas graças é um distinto aspecto da gloriosa boa nova do cristianismo.

Assista ao vídeo completo de 10 minutos para ouvir estes três pastores e membros do Conselho TGC discutirem correção exagerada, contextualização, advertências e mais.

Fonte: Voltemos ao Evangelho

Você faz parte desse grupo?

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Quem foi justificado pela fé, ou seja, salvo de uma vez por todas por Jesus Cristo jamais retrocederá da fé em Jesus. Pois, o justo VIVERÁ pela FÉ.

 

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Hebreus 10:35-39
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Por isso, não abram mão da confiança que vocês têm; ela será ricamente recompensada. Vocês precisam perseverar, de modo que, quando tiverem feito a vontade de Deus, recebam o que ele prometeu; pois em breve, muito em breve

 

Aquele que vem virá, e não demorará.Mas o meu justo viverá pela fé. E, se retroceder, não me agradarei dele.

 

Nós, porém, não somos dos que retrocedem e são destruídos, mas dos que crêem e são salvos.

 

Você faz parte do grupo dos que retrocedem sim ou não? Esperamos que não.

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